domingo, 11 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Cientistas criam menor motor elétrico do mundo com uma única molécula
Pesquisadores americanos dizem ter criado o menor motor elétrico do mundo.
O motor, feito com uma única molécula com diâmetro de um bilionésimo de metro, é tema de um artigo no periódico Nature Nanotechnology.
Por suas dimensões minúsculas, o motor pode ser útil em nanotecnologia e medicina, onde pequenas quantidades de trabalho podem ser aproveitadas de maneira eficiente.
Motores feitos com uma única molécula já foram construídos antes, mas esse é o primeiro que pode ser movido individualmente por uma corrente elétrica.
"As pessoas já descobriram que podem fazer motores movidos a luz ou reações químicas, mas o problema disso é que você dirige bilhões deles ao mesmo tempo", disse à BBC Charles Sykes, químico da Universidade Tufts, em Massachusetts, nos Estados Unidos.
"O que nos empolga em relação ao elétrico é que podemos estimular e observar o movimento de apenas um motor, e podemos ver como as coisas se comportam em tempo real"
Fonte: G1
O motor, feito com uma única molécula com diâmetro de um bilionésimo de metro, é tema de um artigo no periódico Nature Nanotechnology.
Por suas dimensões minúsculas, o motor pode ser útil em nanotecnologia e medicina, onde pequenas quantidades de trabalho podem ser aproveitadas de maneira eficiente.
Motores feitos com uma única molécula já foram construídos antes, mas esse é o primeiro que pode ser movido individualmente por uma corrente elétrica.
"As pessoas já descobriram que podem fazer motores movidos a luz ou reações químicas, mas o problema disso é que você dirige bilhões deles ao mesmo tempo", disse à BBC Charles Sykes, químico da Universidade Tufts, em Massachusetts, nos Estados Unidos.
"O que nos empolga em relação ao elétrico é que podemos estimular e observar o movimento de apenas um motor, e podemos ver como as coisas se comportam em tempo real"
Fonte: G1
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
CINCO NOVOS CURSOS NA UnB
O Conselho Universitário aprovou a criação de cinco cursos de graduação: Engenharia Aeroespacial, Engenharia Química, Teoria Crítica e História da Arte, Bacharelado em Educação Física e Fonoaudiologia. O próximo vestibular, nos dias 11 e 12 de dezembro, já terá inscrições para os quatro primeiros cursos. As aulas começam no primeiro semestre de 2012. Fonoaudiologia começa no segundo semestre, na UnB Ceilândia.
Com essas 204 novas vagas, a UnB cumpre a meta de dobrar o número de alunos de graduação presencial em relação a 2007. "Estamos cumprindo as metas pactuadas com o Reuni e com as unidades acadêmicas", afirmou o reitor José Geraldo de Sousa Junior. "Isso mostra que a expansão não é só física, mas também descortina outras áreas de formação e atuação dentro do projeto pedagógico da universidade" (Denise Imbroisi - Decana UnB).
Fonte: site UnB.
Com essas 204 novas vagas, a UnB cumpre a meta de dobrar o número de alunos de graduação presencial em relação a 2007. "Estamos cumprindo as metas pactuadas com o Reuni e com as unidades acadêmicas", afirmou o reitor José Geraldo de Sousa Junior. "Isso mostra que a expansão não é só física, mas também descortina outras áreas de formação e atuação dentro do projeto pedagógico da universidade" (Denise Imbroisi - Decana UnB).
Fonte: site UnB.
domingo, 28 de agosto de 2011
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
UnB define datas do vestibular e do PAS do 2º semestre de 2011
As datas de realização dos processos seletivos da Universidade de Brasília (UnB) no segundo semestre de 2011 estão definidas. Pelo calendário, estão previstas para dezembro as aplicações das provas do Programa de Avaliação Seriada (PAS), nos dias 3 e 4, e do 1.º Vestibular de 2012, nos dias 10 e 11. As inscrições para participação nos dois processos serão realizadas entre os dias 26 de setembro e 16 de outubro, período que também será utilizado para as inscrições nos demais eventos de acesso ao ensino superior da instituição.
A decana de Ensino de Graduação, Márcia Abrahão Moura, salienta que o decanato e o Cespe definiram um plano de divulgação das datas dos processos. “A partir de agora, o candidato tem conhecimento deste planejamento com antecedência. Estabelecemos esta forma para atender também à organização do Cespe e à da UnB”, explicou ela.
A decana de Ensino de Graduação, Márcia Abrahão Moura, salienta que o decanato e o Cespe definiram um plano de divulgação das datas dos processos. “A partir de agora, o candidato tem conhecimento deste planejamento com antecedência. Estabelecemos esta forma para atender também à organização do Cespe e à da UnB”, explicou ela.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
ERRO NA IDADE DA LUA. SERÁ?
Uma pesquisa publicada nesta quarta-feira (17) pela revista Nature traz dados que questionam a teoria mais aceita pelos astrônomos quanto à idade e à origem da Lua. Os novos resultados foram obtidos a partir da análise de uma rocha coletada pela missão Apollo 16, em 1972.
Hoje, os cientistas consideram que a Lua nasceu depois de um impacto gigante entre um objeto semelhante a um planeta e a Terra, ainda em suas origens. Nessa colisão, material derretido teria sido jogado no espaço em grande quantidade. O resfriamento teria solidificado esse magma em diferentes componentes minerais, formando a Lua.
De acordo com essa teoria, a Lua teria idade semelhante à do Sistema Solar, que é de 4,568 bilhões de anos. No entanto, a pesquisa internacional, conduzida por especialistas de quatro instituições, usou técnicas recém-desenvolvidas, analisou isótopos de chumbo e neodímio, e concluiu que a rocha lunar tem cerca de 4,36 bilhões de anos – uma diferença de 200 milhões de anos.
Hoje, os cientistas consideram que a Lua nasceu depois de um impacto gigante entre um objeto semelhante a um planeta e a Terra, ainda em suas origens. Nessa colisão, material derretido teria sido jogado no espaço em grande quantidade. O resfriamento teria solidificado esse magma em diferentes componentes minerais, formando a Lua.
De acordo com essa teoria, a Lua teria idade semelhante à do Sistema Solar, que é de 4,568 bilhões de anos. No entanto, a pesquisa internacional, conduzida por especialistas de quatro instituições, usou técnicas recém-desenvolvidas, analisou isótopos de chumbo e neodímio, e concluiu que a rocha lunar tem cerca de 4,36 bilhões de anos – uma diferença de 200 milhões de anos.
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