A ISS (sigla em inglês de Estação Espacial Internacional) é um projeto de sucesso, mas que está ameaçado pelo caos por falta de planejamento coletivo, disse o diretor-geral da ESA (Agência Espacial Europeia), Jean-Jacques Dordain.
O comentário foi feito durante o Paris Air Show, evento de aviação que acontece na capital francesa nesta semana, e publicado na versão on-line do jornal britânico "Telegraph".
Segundo Dordain, os países que formam a parceria espacial não discutiram suficientemente o modo de transporte que substituiria os ônibus espaciais quando estes fossem aposentados.
Até então, essas naves garantiam a reposição de equipamentos e suplementos até a ISS, além do revezamento de astronautas durante as missões.
O diretor-geral também classificou de "anarquia" o fato de as nações terem tomado, individualmente e de acordo com seus próprios interesses, uma posição sobre como seria realizado o transporte até a ISS.
Para lembrar, os EUA decidiram pegar carona em voos russos da nave Soyuz. O Japão e a ESA optaram pelo desenvolvimento de naves próprias de abastecimento.
A ISS é uma parceira internacional que envolve agências espaciais dos EUA, Rússia, União Europeia, Japão e Canadá.
Fonte:folhaonline
terça-feira, 21 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
Primeiro eclipse total da Lua será nesta quarta-feira
O primeiro eclipse total da Lua a ocorrer neste ano será visível nesta quarta-feira, do início ao fim, em regiões do leste da África, na região central da Ásia, no Oriente Médio e no oeste da Austrália, caso o tempo seja favorável. Parte do fenômeno poderá ser visto da América do Sul.
Os cientistas estipulam que o evento completo deve durar cinco horas e meia, sendo uma hora e 40 minutos só de eclipse total. A última vez que aconteceu uma exposição tão longa assim foi em julho do ano 2000.
Conforme o satélite "entrar" na sombra da Terra, ele vai mudar gradualmente de cor, variando do cinza metálico para tonalidades laranjas e vermelhas.
Ao contrário dos eclipses solares, o lunar pode ser visto a olho nu, sem prejudicar a visão.
Fonte:folhaonline
Os cientistas estipulam que o evento completo deve durar cinco horas e meia, sendo uma hora e 40 minutos só de eclipse total. A última vez que aconteceu uma exposição tão longa assim foi em julho do ano 2000.
Conforme o satélite "entrar" na sombra da Terra, ele vai mudar gradualmente de cor, variando do cinza metálico para tonalidades laranjas e vermelhas.
Ao contrário dos eclipses solares, o lunar pode ser visto a olho nu, sem prejudicar a visão.
Fonte:folhaonline
sexta-feira, 10 de junho de 2011
FÍSICA E MEDICINA
Com a ajuda de tomografias e de conceitos da área da física conhecida como dinâmica de fluidos, é possível dizer quais pacientes têm mais chance de se beneficiar da cirurgia no septo nasal (a parede que separa as narinas). O ideal é que essa parede seja reta. Em até um quarto das pessoas, ela é torta, deixando irregular o interior do nariz. Em alguns casos, é preciso corrigi-la com cirurgia. O diagnóstico é feito pelo médico no próprio consultório. O especialista pode usar um endoscópio nasal para observar o nariz por dentro ou até pedir uma tomografia.
Guilherme Garcia, pós-doutorando da Universidade Federal de Minas Gerais, apresentou uma pesquisa sobre esse diagnóstico, durante o Encontro de Física 2011, da SBF (Sociedade Brasileira de Física), em Foz do Iguaçu.
Junto com colegas médicos, como Julia Kimbell, da Universidade da Carolina do Norte (EUA), ele está tentando tornar essa metodologia mais objetiva, mesmo porque 30% dos pacientes que fazem a cirurgia continuam reclamando de obstrução nasal.
"Muita gente não vai precisar entrar na navalha", brinca Garcia.
O primeiro passo é obter imagens de tomografia do nariz. Com isso, fica disponível um modelo digital da cavidade nasal, que pode ser manipulado com a ajuda de um programa de computador.
"Você cria desvios de septo virtuais em regiões diferentes do nariz, empurrando o septo para cá ou para lá."
Entram em cena, depois, equações de dinâmica de fluidos, que preveem a dificuldade de passagem do ar narinas adentro, do mesmo modo que indicam a turbulência nas asas de um avião.
Os resultados mostraram que muitas das intervenções no septo não afetam a capacidade de respirar.
Um elemento que faz diferença é a posição do desvio: quanto mais perto da ponta do nariz, mais problemas ele causa porque a entrada do ar na narina é um momento crucial para a respiração.
Cirurgias guiadas pelo novo princípio já são testadas nos EUA. "A ideia é que o médico faça uma cirurgia virtual antes de saber se vale a pena operar o septo."
Fonte: folhaonline
Guilherme Garcia, pós-doutorando da Universidade Federal de Minas Gerais, apresentou uma pesquisa sobre esse diagnóstico, durante o Encontro de Física 2011, da SBF (Sociedade Brasileira de Física), em Foz do Iguaçu.
Junto com colegas médicos, como Julia Kimbell, da Universidade da Carolina do Norte (EUA), ele está tentando tornar essa metodologia mais objetiva, mesmo porque 30% dos pacientes que fazem a cirurgia continuam reclamando de obstrução nasal.
"Muita gente não vai precisar entrar na navalha", brinca Garcia.
O primeiro passo é obter imagens de tomografia do nariz. Com isso, fica disponível um modelo digital da cavidade nasal, que pode ser manipulado com a ajuda de um programa de computador.
"Você cria desvios de septo virtuais em regiões diferentes do nariz, empurrando o septo para cá ou para lá."
Entram em cena, depois, equações de dinâmica de fluidos, que preveem a dificuldade de passagem do ar narinas adentro, do mesmo modo que indicam a turbulência nas asas de um avião.
Os resultados mostraram que muitas das intervenções no septo não afetam a capacidade de respirar.
Um elemento que faz diferença é a posição do desvio: quanto mais perto da ponta do nariz, mais problemas ele causa porque a entrada do ar na narina é um momento crucial para a respiração.
Cirurgias guiadas pelo novo princípio já são testadas nos EUA. "A ideia é que o médico faça uma cirurgia virtual antes de saber se vale a pena operar o septo."
Fonte: folhaonline
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (SiSU)
As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (SiSU) do segundo semestre vão de 15 a 19 de junho, de acordo com edital publicado no “Diário Oficial da União” desta quinta-feira (9). As inscrições ocorrerão exclusivamente pela internet. O SiSU oferece vagas em universidades estaduais e federais e institutos de educação profissional. O sistema foi criado pelo MEC para unificar a oferta de vagas em instituições públicas. No início do ano, o SiSU teve cerca de um milhão de inscrições e ofereceu 83 mil vagas.
Somente poderão se inscrever no processo seletivo do segundo SiSU de 2011 os candidatos que tenham participado da edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) referente ao ano de 2010 e que, cumulativamente, tenham obtido nota acima de zero na prova de redação.
O SiSU ficará disponível para inscrição dos candidatos das 6h às 23h59 de cada dia de inscrição (horário de Brasília). Não haverá cobrança de taxa de inscrição.
O processo seletivo terá duas chamadas sucessivas. A primeira chamada será em 22 de junho e a segunda chamada sai em 2 de julho. De acordo com o texto, a matrícula dos selecionadas na primeira chamada ocorre em 27 e 28 de junho. A matrícula da segunda chamada será em 5 e 6 de julho.
Segundo o edital, as instituições de ensino superior poderão fazer o lançamento da ocupação das vagas no SiSU referentes à primeira chamada em 27, 28 e 29 de junho e referentes à segunda chamada em 5, 6 e 7 de julho.
Para participar da lista de espera, o candidato deverá manifestar seu interesse por meio do SiSU entre os dias 2 e 7 de julho. O candidato somente poderá manifestar interesse na lista de espera para o curso correspondente à sua primeira opção de vaga. Não poderá participar da lista de espera o candidato que tenha sido selecionado para o curso correspondente à sua primeira opção de vaga em qualquer das chamadas do processo seletivo.
Segundo o edital, a lista de espera não observará as eventuais reservas de vagas e bônus atribuídos à nota do candidato no SiSU pelas instituições de ensino superior.
A lista de espera será usada prioritariamente pelas instituições de ensino superior participantes para preenchimento das vagas eventualmente não ocupadas nas duas chamadas do sistema.
Os procedimentos de chamada para preenchimento das vagas deverão estar definidos em edital próprio de cada instituição de ensino superior participante.
As instituições podem redefinir a lista de espera do sistema em decorrência da consideração dos critérios referentes às suas políticas de ações afirmativas originalmente adotadas em seu termo de participação. Nesse caso, a instituição deverá explicitar em edital próprio a forma de redefinição da lista.
As universidades podem convocar os candidatos da lista de espera para manifestação de interesse presencial, em número superior ao número de vagas disponíveis.
FONTE: G1
Somente poderão se inscrever no processo seletivo do segundo SiSU de 2011 os candidatos que tenham participado da edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) referente ao ano de 2010 e que, cumulativamente, tenham obtido nota acima de zero na prova de redação.
O SiSU ficará disponível para inscrição dos candidatos das 6h às 23h59 de cada dia de inscrição (horário de Brasília). Não haverá cobrança de taxa de inscrição.
O processo seletivo terá duas chamadas sucessivas. A primeira chamada será em 22 de junho e a segunda chamada sai em 2 de julho. De acordo com o texto, a matrícula dos selecionadas na primeira chamada ocorre em 27 e 28 de junho. A matrícula da segunda chamada será em 5 e 6 de julho.
Segundo o edital, as instituições de ensino superior poderão fazer o lançamento da ocupação das vagas no SiSU referentes à primeira chamada em 27, 28 e 29 de junho e referentes à segunda chamada em 5, 6 e 7 de julho.
Para participar da lista de espera, o candidato deverá manifestar seu interesse por meio do SiSU entre os dias 2 e 7 de julho. O candidato somente poderá manifestar interesse na lista de espera para o curso correspondente à sua primeira opção de vaga. Não poderá participar da lista de espera o candidato que tenha sido selecionado para o curso correspondente à sua primeira opção de vaga em qualquer das chamadas do processo seletivo.
Segundo o edital, a lista de espera não observará as eventuais reservas de vagas e bônus atribuídos à nota do candidato no SiSU pelas instituições de ensino superior.
A lista de espera será usada prioritariamente pelas instituições de ensino superior participantes para preenchimento das vagas eventualmente não ocupadas nas duas chamadas do sistema.
Os procedimentos de chamada para preenchimento das vagas deverão estar definidos em edital próprio de cada instituição de ensino superior participante.
As instituições podem redefinir a lista de espera do sistema em decorrência da consideração dos critérios referentes às suas políticas de ações afirmativas originalmente adotadas em seu termo de participação. Nesse caso, a instituição deverá explicitar em edital próprio a forma de redefinição da lista.
As universidades podem convocar os candidatos da lista de espera para manifestação de interesse presencial, em número superior ao número de vagas disponíveis.
FONTE: G1
Grande tristeza da semana
Costumo postar arquivos relacionados à física, porém hoje irei fugir da rotina. Nessa semana, exatamente no dia 6 de junho, perdi uma grande amiga e acima de tudo uma excepcional professora. Trata-se de Erika Zimmermann. Erika foi minha orientadora no mestrado na universidade de Brasília. Durante nosso tempo de convívio o que mais tive como resultado foi: aprendizado.
O ensino de ciências perde uma grande representante, mas o céu encontra-se em festa!
O ensino de ciências perde uma grande representante, mas o céu encontra-se em festa!
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Enem já tem mais de 3 milhões de estudantes inscritos, diz Inep
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2011 recebeu mais de 3 milhões de inscrições até o meio-dia desta terça-feira (31), de acordo com o o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão vinculado ao Ministério da Educação, responsável pela organização do exame. O prazo termina às 23h59 do dia 10 de junho.
Os interessados devem se inscrever exclusivamente pela internet, no site http://sistemasenem2.inep.gov.br/inscricao. A taxa custa R$ 35. As provas serão aplicadas nos dias 22 e 23 de outubro.
O pagamento da taxa de inscrição deve ser realizado até o dia 13 de junho e a confirmação será feita em até três dias úteis.
Com expectativa de receber 6 milhões de inscrições para o exame, o Inep dobrou a infraestrutura tecnológica para receber até 120 mil inscrições por hora.
O Enem será realizado em 12 mil locais, 140 mil salas de aula, ocorrendo em 1.599 municípios e mais de 6 mil escolas estão no processo. O Inep já marcou outro Enem para o primeiro semestre do ano que vem, nos dias 28 e 29 de abril de 2012.
FONTE: G1
Os interessados devem se inscrever exclusivamente pela internet, no site http://sistemasenem2.inep.gov.br/inscricao. A taxa custa R$ 35. As provas serão aplicadas nos dias 22 e 23 de outubro.
O pagamento da taxa de inscrição deve ser realizado até o dia 13 de junho e a confirmação será feita em até três dias úteis.
Com expectativa de receber 6 milhões de inscrições para o exame, o Inep dobrou a infraestrutura tecnológica para receber até 120 mil inscrições por hora.
O Enem será realizado em 12 mil locais, 140 mil salas de aula, ocorrendo em 1.599 municípios e mais de 6 mil escolas estão no processo. O Inep já marcou outro Enem para o primeiro semestre do ano que vem, nos dias 28 e 29 de abril de 2012.
FONTE: G1
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Interior da Lua pode conter tanta água quanto o da Terra, revela estudo.
O interior da Lua poderia ter muito mais água do que o imaginado, talvez tanta quanto o da Terra, uma descoberta que lança dúvidas sobre a formação do satélite, revela um estudo divulgado nesta quinta-feira (26) nos Estados Unidos no site da revista.
Durante muito tempo acreditou-se que a Lua fosse um local seco e poeirento até que, há poucos anos, descobriu-se água pela primeira vez.
Agora, cientistas da Universidade Case Western Reserve, do Instituto Carnegie para a Ciência, e a Universidade Brown acreditam que no interior da Lua haja 100 vezes mais água do que o que se pensava inicialmente.
As descobertas foram feitas com o uso de um instrumento de precisão, chamado NanoSIMS 50L - um microanalisador de íons - para examinar o magma lunar ou pequenas quantidades de rocha derretida coletada pela Apollo 17, a última missão americana à Lua, em 1972.
"Estas amostras são a melhor janela que temos para (calcular) a quantidade de água no interior da Lua", disse James Van Orman, coautor do estudo e professor de ciências geológicas da Case Western Reserve. "O interior parece ser bastante similar no interior da Terra, razão pela qual sabemos sobre a abundância de água."
A mesma equipe publicou um trabalho na Nature em 2008, descrevendo a primeira evidência da presença de água nos cristais vulcânicos trazidos pelas missões Apolo.
"O essencial é que em 2008 dissemos que o conteúdo primitivo de água no magma lunar deveria ser similar à água contida na lava proveniente da drenagem do manto superior da Terra", disse o co-autor do estudo, Alberto Saal.
"Agora, provamos que este é o caso", acrescentou.
Enquanto as descobertas corroboram a teoria longamente sustentada de que a Lua e a Terra têm origens comuns, também lançam dúvidas sobre a crença de que a Lua pode ter se formado após um desprendimento da Terra, perdendo boa parte de sua umidade neste processo de alta temperatura.
Segundo esta teoria, de "enorme impacto" nos anos 1970, a Lua se formou depois que o nosso planeta colidiu com uma rocha espacial ou planeta 4,5 bilhões de anos atrás.
"Esta nova pesquisa revela que aspectos desta teoria devem ser reavaliados", destacou o estudo.
As descobertas também levantam interrogações sobre as teorias que afirmam que o gelo encontrado nas crateras dos polos lunares pode ser resultante do impacto de meteoros, sugerindo que parte do mesmo pode ter provindo da erupção de magmas lunares.
A agência espacial americana (Nasa) anunciou, em 2009, que duas naves enviadas à Lua para colidir com a superfície do satélite descobriram pela primeira vez água congelada, uma revelação considerada um enorme passo adiante na exploração espacial.
Fonte: G1
Durante muito tempo acreditou-se que a Lua fosse um local seco e poeirento até que, há poucos anos, descobriu-se água pela primeira vez.
Agora, cientistas da Universidade Case Western Reserve, do Instituto Carnegie para a Ciência, e a Universidade Brown acreditam que no interior da Lua haja 100 vezes mais água do que o que se pensava inicialmente.
As descobertas foram feitas com o uso de um instrumento de precisão, chamado NanoSIMS 50L - um microanalisador de íons - para examinar o magma lunar ou pequenas quantidades de rocha derretida coletada pela Apollo 17, a última missão americana à Lua, em 1972.
"Estas amostras são a melhor janela que temos para (calcular) a quantidade de água no interior da Lua", disse James Van Orman, coautor do estudo e professor de ciências geológicas da Case Western Reserve. "O interior parece ser bastante similar no interior da Terra, razão pela qual sabemos sobre a abundância de água."
A mesma equipe publicou um trabalho na Nature em 2008, descrevendo a primeira evidência da presença de água nos cristais vulcânicos trazidos pelas missões Apolo.
"O essencial é que em 2008 dissemos que o conteúdo primitivo de água no magma lunar deveria ser similar à água contida na lava proveniente da drenagem do manto superior da Terra", disse o co-autor do estudo, Alberto Saal.
"Agora, provamos que este é o caso", acrescentou.
Enquanto as descobertas corroboram a teoria longamente sustentada de que a Lua e a Terra têm origens comuns, também lançam dúvidas sobre a crença de que a Lua pode ter se formado após um desprendimento da Terra, perdendo boa parte de sua umidade neste processo de alta temperatura.
Segundo esta teoria, de "enorme impacto" nos anos 1970, a Lua se formou depois que o nosso planeta colidiu com uma rocha espacial ou planeta 4,5 bilhões de anos atrás.
"Esta nova pesquisa revela que aspectos desta teoria devem ser reavaliados", destacou o estudo.
As descobertas também levantam interrogações sobre as teorias que afirmam que o gelo encontrado nas crateras dos polos lunares pode ser resultante do impacto de meteoros, sugerindo que parte do mesmo pode ter provindo da erupção de magmas lunares.
A agência espacial americana (Nasa) anunciou, em 2009, que duas naves enviadas à Lua para colidir com a superfície do satélite descobriram pela primeira vez água congelada, uma revelação considerada um enorme passo adiante na exploração espacial.
Fonte: G1
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