quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Bom site de pesquisa para os alunos do 3º Ano
Galera o endereço http://vsites.unb.br/iq/kleber/EaD/Licensa/Fisica-3.swf é de um bom site para quem deseja aprofundar os conhecimentos em eletricidade e magnetismo. Abraço! Prof. Elvis Vilela.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
APROVAÇÃO UNB
Parabéns a todos os meus alunos que foram aprovados na UNB pelo PAS. Fico muito feliz! Recebi várias mensagens me comunicando da aprovação e agradecendo. Sucessoooooooooo!
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Novo ENEM
Camila de Magalhães
Mais de 4,5 milhões de jovens de 1.829 municípios brasileiros estarão distribuídos em 114 mil salas de aula no próximo sábado e domingo (3 e 4 de outubro). O motivo é a aplicação das provas do novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A avaliação passou por mudanças, em 2009, que têm tirado o sono de estudantes e professores por ser novo, imprevisível e cercado da expectativa de substituir total ou parcialmente o tradicional vestibular das instituições de ensino superior. Este ano, já houve a adesão de 45 universidades públicas e de mais de 500 particulares. É o caso das cobiçadas Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A Universidade de Brasília (UnB) optou por só adotar o exame nacional a partir de 2011. O Ministério da Educação espera que, até 2012, todas as 53 universidades federais utilizem o Enem para selecionar seus novos universitários. A preocupação com o novo modelo da avaliação, segundo o professor de português Ênio César de Moraes Fontes, do Colégio Dínatos-COC, revela a fragilidade de um ensino médio que não prepara o estudante para a vida, mas sim para provas. A concepção atual do Enem tem como objetivo cobrar mais as competências e habilidades dos alunos do que o conteúdo clássico do ensino médio. “É um desafio ao qual a maioria dos professores brasileiros não está habituada e, boa parte deles, sequer está preparada para isso”, resume o professor aposentado do Centro de Ensino Médio Setor Oeste Júlio Gregório. O professor de história Robson Arrais, do curso Sentido, espera que o Enem atinja sua meta de democratizar o acesso às universidades públicas. “Mas para a prova ficar de qualidade, eles vão ter que aperfeiçoá-la ano a ano, como fez a Universidade de Brasília com o Programa de Avaliação Seriada (PAS) e como vem fazendo com o vestibular tradicional”, pondera. Arrais avaliou o simulado divulgado na internet pelo MEC, em 29 de julho, e diz ter gostado do modelo. Segundo ele, houve cuidado na elaboração das provas. Ele destaca como pontos fortes a diagramação e a interdisciplinaridade das perguntas, atributo valorizado nas avaliações atuais. O diretor de Avaliação da Educação Básica do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Heliton Ribeiro Tavares, frisa que a principal diferença deste Enem em relação às 11 edições anteriores será a abordagem do conteúdo, com cobrança sobretudo do conteúdo formal ensinado ao longo do ensino médio, em vez de concentrar em questões de interpretação. “Uma deficiência do antigo modelo aplicado no Enem era a abordagem defasada da área de ciências”, exemplifica. “Agora, queremos tornar o exame mais próximo das aulas”, completa.
Mais de 4,5 milhões de jovens de 1.829 municípios brasileiros estarão distribuídos em 114 mil salas de aula no próximo sábado e domingo (3 e 4 de outubro). O motivo é a aplicação das provas do novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A avaliação passou por mudanças, em 2009, que têm tirado o sono de estudantes e professores por ser novo, imprevisível e cercado da expectativa de substituir total ou parcialmente o tradicional vestibular das instituições de ensino superior. Este ano, já houve a adesão de 45 universidades públicas e de mais de 500 particulares. É o caso das cobiçadas Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A Universidade de Brasília (UnB) optou por só adotar o exame nacional a partir de 2011. O Ministério da Educação espera que, até 2012, todas as 53 universidades federais utilizem o Enem para selecionar seus novos universitários. A preocupação com o novo modelo da avaliação, segundo o professor de português Ênio César de Moraes Fontes, do Colégio Dínatos-COC, revela a fragilidade de um ensino médio que não prepara o estudante para a vida, mas sim para provas. A concepção atual do Enem tem como objetivo cobrar mais as competências e habilidades dos alunos do que o conteúdo clássico do ensino médio. “É um desafio ao qual a maioria dos professores brasileiros não está habituada e, boa parte deles, sequer está preparada para isso”, resume o professor aposentado do Centro de Ensino Médio Setor Oeste Júlio Gregório. O professor de história Robson Arrais, do curso Sentido, espera que o Enem atinja sua meta de democratizar o acesso às universidades públicas. “Mas para a prova ficar de qualidade, eles vão ter que aperfeiçoá-la ano a ano, como fez a Universidade de Brasília com o Programa de Avaliação Seriada (PAS) e como vem fazendo com o vestibular tradicional”, pondera. Arrais avaliou o simulado divulgado na internet pelo MEC, em 29 de julho, e diz ter gostado do modelo. Segundo ele, houve cuidado na elaboração das provas. Ele destaca como pontos fortes a diagramação e a interdisciplinaridade das perguntas, atributo valorizado nas avaliações atuais. O diretor de Avaliação da Educação Básica do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Heliton Ribeiro Tavares, frisa que a principal diferença deste Enem em relação às 11 edições anteriores será a abordagem do conteúdo, com cobrança sobretudo do conteúdo formal ensinado ao longo do ensino médio, em vez de concentrar em questões de interpretação. “Uma deficiência do antigo modelo aplicado no Enem era a abordagem defasada da área de ciências”, exemplifica. “Agora, queremos tornar o exame mais próximo das aulas”, completa.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Inscrições para o vestibular da UnB começam segunda-feira, com mais 245 vagas e a criação de 8 cursos
Por: Isabel Vilela
Mais vagas e antecipação das datas das provas são as principais novidades do vestibular 2010 da Universidade de Brasília. O Cespe divulgou hoje o edital (clique aqui para conferir) do processo seletivo que terá também a opção por oito novos cursos: engenharia ambiental, química tecnológica, letras – língua estrangeira aplicada, comunicação organizacional, arquitetura e urbanismo, ciências farmacêuticas, gestão em saúde coletiva e serviço social. As provas, que costumavam ser aplicadas apenas em janeiro, estão previstas para 19 e 20 de dezembro. A antecipação do exame agradou os alunos do Curso Dínatos Vestibulares. "Acho ótimo porque geralmente as aulas do cursinho acabam em dezembro e depois você tem que estudar sozinho", disse Vinícius Eira. "Acaba que você não estuda nesse tempo, ou estuda muito pouco. É um tempo de festas, tem natal e ano-novo, então é um período que você meio que se perde", concorda o amigo Caio César Carvalho. Para os vestibulandos, a divulgação do edital não altera o ritmo de estudos. "A gente não fica esperando não, só ficamos atento por causa da data. Pra ser sincera eu nem leio", conta Bruna Fonseca. Ela ficou feliz com a antecipação do vestibular porque não coincide com as segundas fases dos processos seletivos de outras instituições. A UnB vai oferecer 1.891 vagas em 89 cursos, sendo 382 para o sistema de cotas para negros. São 245 vagas a mais do que o último vestibular. Quem quiser concorrer a uma delas deve se inscrever a partir de segunda-feira (14/9), pelo site do Cespe. As inscrições se encerram em 29 de outubro. A taxa é R$ 80 e deve ser paga até 30 de outubro. O exame será aplicado em 19 e 20 de dezembro, com início às 13h e duração de 5h. No primeiro dia, os candidatos fazem provas de língua estrangeira, língua portuguesa e literatura, geografia e história, artes, filosofia e sociologia, além de redação. No segundo dia, as provas são de biologia, física, química e matemática. Os locais de provas serão divulgados no site do Cespe em 9 de novembro. A lista com os nomes dos aprovados no vestibular será divulgada em 25 de janeiro, a partir das 17h. Aumento de vagas polêmico Quem tenta conquistar uma das concorridas vagas da Universidade de Brasília aprovou o aumento na oferta. "Acho que é muito bom e muito justo. Brasília tem um mercado gigantesco para direito e acabam atuando poucas pessoas formadas na UnB", disse Caio. "O ruim é que medicina continua com as suas pouquíssimas vagas", lamentou Vinícius. Mas os estudantes que já estão lá acham que podem ser prejudicados com a medida. "Não somos contra o aumento do número de vagas de jeito nenhum, mas não concordamos com a maneira como isso está sendo feito", reclamou o estudante de direito da UnB, Gustavo Capela. Ele e cerca de 100 estudantes ocuparam a secretaria da faculdade na noite de ontem para protestar contra a decisão. "Fomos ali para conversar com a diretora da faculdade e mostrar a nossa indignação", explicou. Os estudantes chegaram por volta das 19h30 e deixaram o local pouco depois da meia-noite. "Eu falei para eles que não estava ali para conversar porque achei aquela atitude lamentável e inadequada, pois a decisão da expansão foi do conselho da faculdade, do qual os alunos fazem parte. Eles podem ter perdido, mas isso faz parte do processo. Como desocuparam pacificamente, hoje tivemos uma reunião para discutir o assunto", conta a diretora da Faculdade de Direito, Ana Frazão. Segundo ela, as preocupações dos estudantes são legítimas, já que hoje a faculdade não teria condições de atender com qualidade os novos calouros. "Mas a faculdade recebeu o compromisso da reitoria de que receberá a infraestrutura necessária para a implementação do projeto", explicou. Os compromissos firmados entre a reitoria e a Faculdade de Direito são a contratação de mais docentes e a construção de espaço físico necessário para os novos alunos. "Acho que é um aumento positivo, desde que haja, de fato, um esforço concentrado da reitoria para cumprir os compromissos. Não podemos comprometer a qualidade, ainda mais depois de alcançar o 1º lugar nacional na OAB. Mas a administração está consciente de que essa expansão precisa de estrutura", avalia. A Faculdade de Direito tem hoje cerca de 40 professores e 700 alunos. A meta é que o quadro de docentes passe para 70 até o 2º semestre de 2010. Houve aumento de vagas também nos cursos de ciências contábeis-noturno, filosofia-diurno e enfermagem-diurno.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
COMO O ASTRONAUTA USA O BANHEIRO NO ESPAÇO
Não importa que você esteja em sua sala ou em órbita milhares de quilômetros acima da Terra: quando a vontade aparece, você precisa de um banheiro. Mas em ambiente de gravidade zero, mesmo algo simples como ir ao banheiro pode se tornar um grande desafio. É repulsivo até mesmo imaginar o que poderia acontecer caso um astronauta no espaço tentasse usar um vaso sanitário comum e desse descarga. Então, como os astronautas vão ao banheiro no espaço?
Todas as espaçonaves dispõem de um toalete unissex. Ainda que ele pareça apenas uma versão um pouco mais tecnológica de seus similares no planeta Terra, o projeto é um pouco diferente. O toalete acomoda um vaso sanitário para resíduos sólidos e um urinol para resíduos líquidos. Um funil encaixado sobre a área genital permite que tanto homens quanto mulheres urinem em pé, embora também tenham a opção de sentar.
Para impedir que os astronautas voem pelo compartimento em um ambiente de ausência de peso, o toalete vem equipado com encaixes para os pés (usados quando a pessoa se senta) ou uma barra abaixo da qual os pés podem ser acomodados (para uso em pé). O toalete dispõe também de uma barra para as coxas, semelhante à que você usa sobre seu colo quando vai a uma montanha russa, e de prendedores de tecido que circundam as coxas.
Para garantir que os resíduos não fiquem flutuando pelo ambiente, o toalete usa um fluxo de ar, e não de água, para dar a descarga. O ar suga os resíduos para longe do corpo do astronauta e os despacha. Depois que o ar é filtrado para remover as bactérias e micróbios, ele volta a ser usado na cabine de habitação.
Mas para onde vão todos os resíduos? Os resíduos sólidos são secados para remover toda a umidade, comprimidos e armazenados em um recipiente na nave. Eles são removidos e eliminados depois da aterrissagem. Os resíduos líquidos são despejados no espaço.
Na Estação Espacial Internacional, os resíduos líquidos são reciclados por meio de uma unidade especial de tratamento de água e transformados novamente em água potável. Os resíduos sólidos são guardados em um saco plástico. Sempre que alguém usa o toalete, o saco se comprime e sela como um compactador de lixo. Os sacos são recolhidos e depois enviados ao espaço em um recipiente especial.
Ir ao banheiro é desafio ainda maior quando os astronautas dão um passeio do lado de fora da espaçonave. Como não podem simplesmente tirar seus trajes espaciais para fazerem suas necessidades, os astronautas normalmente vestem uma fralda adulta superabsorvente. Essas fraldas são capazes de reter até um litro de líquido. Os astronautas também usam fraldas adultas durante a decolagem e aterrissagem. Depois de uma saída ao espaço, eles removem as fraldas e as descartam em um compartimento de armazenagem da nave.
Todas as espaçonaves dispõem de um toalete unissex. Ainda que ele pareça apenas uma versão um pouco mais tecnológica de seus similares no planeta Terra, o projeto é um pouco diferente. O toalete acomoda um vaso sanitário para resíduos sólidos e um urinol para resíduos líquidos. Um funil encaixado sobre a área genital permite que tanto homens quanto mulheres urinem em pé, embora também tenham a opção de sentar.
Para impedir que os astronautas voem pelo compartimento em um ambiente de ausência de peso, o toalete vem equipado com encaixes para os pés (usados quando a pessoa se senta) ou uma barra abaixo da qual os pés podem ser acomodados (para uso em pé). O toalete dispõe também de uma barra para as coxas, semelhante à que você usa sobre seu colo quando vai a uma montanha russa, e de prendedores de tecido que circundam as coxas.
Para garantir que os resíduos não fiquem flutuando pelo ambiente, o toalete usa um fluxo de ar, e não de água, para dar a descarga. O ar suga os resíduos para longe do corpo do astronauta e os despacha. Depois que o ar é filtrado para remover as bactérias e micróbios, ele volta a ser usado na cabine de habitação.
Mas para onde vão todos os resíduos? Os resíduos sólidos são secados para remover toda a umidade, comprimidos e armazenados em um recipiente na nave. Eles são removidos e eliminados depois da aterrissagem. Os resíduos líquidos são despejados no espaço.
Na Estação Espacial Internacional, os resíduos líquidos são reciclados por meio de uma unidade especial de tratamento de água e transformados novamente em água potável. Os resíduos sólidos são guardados em um saco plástico. Sempre que alguém usa o toalete, o saco se comprime e sela como um compactador de lixo. Os sacos são recolhidos e depois enviados ao espaço em um recipiente especial.
Ir ao banheiro é desafio ainda maior quando os astronautas dão um passeio do lado de fora da espaçonave. Como não podem simplesmente tirar seus trajes espaciais para fazerem suas necessidades, os astronautas normalmente vestem uma fralda adulta superabsorvente. Essas fraldas são capazes de reter até um litro de líquido. Os astronautas também usam fraldas adultas durante a decolagem e aterrissagem. Depois de uma saída ao espaço, eles removem as fraldas e as descartam em um compartimento de armazenagem da nave.
Fonte: uol
VEJA JÚPITER
Não importa em que parte do Distrito Federal você esteja, a partir das 19h, olhe para o céu e procure o ponto mais luminoso. Você estará vendo Júpiter bem perto da Terra, pelo menos em termos astronômicos. Afinal, quando o assunto é espaço, 588 milhões de quilômetros se torna uma distância pequena. Uma vez por ano, o maior planeta do sistema solar se aproxima da nossa atmosfera e fica mais brilhante. O processo dura meses, mas o dia ideal para observar o corpo celeste, seja a olho nu, de binóculo ou telescópio, é hoje, quando ele estará mais visível. “Todos os dias, nós conseguimos observar o que existe no universo, mas, com a proximidade, conseguimos ver melhor a atmosfera de Júpiter”, explica Maciel Bassani. Ele faz parte do Clube de Astronomia de Brasília (Casb), que tem 99 membros, mas nenhum cientista. São amadores apaixonados pela imensidão do universo e seus mistérios. “Cada vez que você olhar para Júpiter, vai ver uma imagem diferente. Já tirei dezenas de fotos e nem uma é igual à outra. A cada momento, os gases mudam e ficam com outra forma”, conta o servidor público. Para o grupo, um dos melhores pontos de observação em Brasília é a Praça dos Três Poderes. Quem passar por lá no começo da noite de hoje vai conseguir ver uma estrela, entre a bandeira e o Panteão da Pátria, com um brilho mais intenso do que o das outras. Quem não estiver na Esplanada dos Ministérios deve olhar para o lado em que o Sol nasce, onde o planeta poderá ser visto por volta das 19h. Depois, percorrerá o céu e desaparecerá no outro extremo, quando o dia amanhecer. Quem não conseguir observá-lo hoje tem até meados de setembro para contemplar uma das atmosferas mais interessantes do sistema solar. Escudo A aproximação da Terra foi iniciada em 19 de julho. Nesse dia, com um telescópio armado no quintal de casa, em uma área rural da Austrália, um astrônomo amador conseguiu captar uma enorme mancha vermelha no polo sul do planeta. O australiano fez uma fotografia e jogou a informação na internet. Em pouco tempo, a Agência Espacial Americana (Nasa) virou o telescópio espacial Hubble para capturar a nova depressão na superfície de Júpiter. A marca era do tamanho da Terra, provavelmente provocada por um cometa ou meteoro, segundo os cientistas. A constatação reforça a tese, ainda não comprovada, de que o planeta gigante funciona como um grande escudo para Terra. “Aparentemente, Júpiter e Saturno diminuem drasticamente o número de cometas de períodos longos que poderiam atingir a Terra”, afirma ao Correio Nathan Kaib, cientista da Universidade de Washington. Segundo Ronaldo Rogério Freitas Mourão, autor do Dicionário Enciclopédico de Astronomia e Astronáutica (Lexikon), se um meteoro capaz de causar um buraco do tamanho do observado em Júpiter atingisse a Terra, os estragos seriam maiores do que o tsunami que atingiu a Ásia em dezembro de 2004, deixando dezenas de milhares de mortos. “A massa de Júpiter é muito grande e atrai mais esses objetos”, diz o astrônomo brasileiro, que durante anos foi um observador sistemático do planeta. Para ele, o mais interessante do corpo é a intensa atividade na atmosfera. “Vi muitas tempestades de cometas, muitos meteoros”, conta, demonstrando o entusiasmo que aproxima cientistas e amadores. “É incrível o que você pode encontrar no espaço”, resume o aposentado Heráclito Sette, também membro do Casb. Ele conta que se interessou pelo tema depois que identificou a forma de um escorpião nas estrelas. Ficou encantado ao descobrir que, no coração do animal, estava Antares, uma estrela com o diâmetro igual à distância que separa Júpiter do Sol. “O que me atrai são coisas fascinantes como essa. Como pode uma estrela ser tão grande?”, comenta. Para os interessados, o Casb promove observações públicas na Praça dos Três Poderes todos os sábados de Lua crescente. O próximo encontro será no dia 29, a partir das 19h. Quem quiser ver um pouco do universo através dos telescópios do grupo só precisa aparecer.
Fonte: club FM
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