Assessoria de Imprensa do Mec
Até as 17h desta terça-feira, 7/6, o sistema de inscrições ao novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) recebeu 2.550.196 adesões. Os interessados podem se inscrever até o dia 17 de julho, exclusivamente pela internet, na página eletrônica do exame. O Enem é destinado a concluintes do ensino médio de escolas públicas e privadas, egressos e candidatos à certificação (com idade mínima de 18 anos) dessa etapa do ensino. Veja o quadro por estados.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
terça-feira, 7 de julho de 2009
DIGA NÃO AO CHUTE NO ENEM 2009
Folha Online, 23/06/2009 - São Paulo SP
Quem chutar no Enem terá pontuação menor, adverte Ministério da Educação RICARDO GALLO da Folha de S.Paulo
O Ministério da Educação adverte: não adianta chutar no Enem. Será possível identificar, com base no padrão das respostas de cada candidato, quem acertou aleatoriamente uma determinada questão. Mais: no cálculo da nota, o peso atribuído ao acerto do "chutador" será inferior ao dos que responderam de modo correto por dominar o tema. O sistema antichute é uma das características da TRI (Teoria de Resposta ao Item), adotada no novo Enem. Criado para substituir o vestibular nas universidades federais, o exame ocorre em 3 e 4 de outubro. Com a TRI, as perguntas são "inteligentes" --sabe-se o perfil de quem acerta com maior probabilidade as mais fáceis, as intermediárias e as difíceis. Isso ocorre graças a um banco com milhares de respostas de alunos que atualmente testam as questões do Enem. Além de estabelecer padrões de resposta, o teste também seleciona quais serão as 180 questões que comporão o Enem. Participam dessa etapa estudantes do segundo ano do ensino médio e universitários primeiranistas. Os alunos do terceiro ano do ensino médio, público-alvo do Enem, ficaram de fora --para não terem acesso a uma pergunta que possam encontrar no exame. É o padrão das milhares de respostas que revela o chute. Estatisticamente, quem erra questões mais fáceis não acerta as difíceis. Do mesmo modo, os que acertam as mais complexas não erram nas simples. "É assim que a TRI permite identificar prováveis chutes na hora de calcular a nota do estudante", diz Heliton Tavares, diretor de Avaliação da Educação Básica do Inep (órgão do MEC responsável pelo Enem). O segredo: coerência - Com um mecanismo que detecta respostas fora do padrão, qual o segredo para ir bem em uma prova como a do Enem? Ter um índice de acertos equilibrado e "coerente", diz Tadeu da Ponte, coordenador do vestibular do Insper (ex-Ibmec-SP). A instituição adotou pela primeira vez a TRI no vestibular de 31 de maio. A vantagem, segundo ele: maior precisão para escolher candidatos --e um vestibular com um número menor de perguntas. Acertos - Também em razão da TRI, a prova do Enem não será avaliada pelo percentual de acertos, como em um vestibular convencional. Embora também leve em conta quem acerta mais, o exame atribui um peso a cada
pergunta ou grupo delas --assim, responder de modo correto oito em dez questões não representa 80% na nota final. Tavares usa o esporte para comparar os dois mecanismos: o vestibular clássico é o futebol, em que fazer gol vale um; o Enem, o basquete --em que é possível, a depender da distância, fazer dois ou três pontos. O resultado será específico para cada tema (português, matemática, ciências da natureza e ciências humanas). Não haverá nota, mas sim uma pontuação que, em uma escala, definirá o grau de habilidades e conhecimentos do aluno. O mais provável é que a escala vá de 100 a 500 pontos, diz o Inep. Sobre a divisão de questões, diz o diretor do Inep, é provável que o exame tenha 25% de fáceis, 50% de intermediárias e 25% de difíceis. Há necessidade de perguntas mais simples porque o Enem não será usado apenas como vestibular das federais. Servirá também para avaliar o conhecimento dos alunos que deixam o ensino médio, para aqueles que fizeram o antigo supletivo e para quem quer entrar no ProUni -programa que dá bolsas para alunos de baixa renda em universidades particulares.
Ensino médio de cara nova a partir de 2010
Metade dos estudantes que ingressam no ensino médio brasileiro não concluem os estudos. A cada ano, a média de jovens que abandonam uma das etapas da última fase da educação básica chega aos 20%, segundo dados do Ministério da Educação (MEC). Aliada às altas taxas de evasão, o déficit de 300 mil professores nas salas de aula amplia os números do descaso. Para especialistas, o quadro se agrava pelo reducionismo do modelo de ensino, onde alunos viram clientes durante a disputa por uma vaga na universidade.
Na tentativa de reverter a situação, o Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou, na última terça-feira, o novo currículo e projeto pedagógico para o ensino médio brasileiro. O documento, que há 12 anos vem sendo debatido no governo federal, aposta em orientações básicas para frear o declínio do ensino de jovens. São elas: aumento de horas aulas, autonomia na escolha de disciplinas, incremento nas atividades de leitura e laboratório, reforço nas atividades culturais e professores em tempo integral. A proposta busca tornar o sistema mais participativo e terá 100 escolas públicas como piloto a partir de 2010. O investimento inicial é de R$ 100 milhões.
Hoje existem 24 mil escolas de ensino médio no Brasil, das quais 17 mil são públicas. Nas carteiras dessas instituições encontram-se aproximadamente 10 milhões de estudantes, o equivalente à população do Rio Grande do Sul. Caso a proposta do MEC saia da teoria para a prática, a vida desses alunos vai mudar significativamente. Segundo especialistas, para melhor.
O coordenador do ensino médio da Secretaria de Educação Básica do MEC, Carlos Artexes, explica que as principais mudanças giram em torno de uma maior autonomia das escolas para a formulação do projeto pedagógico. “Queremos valorizar a singularidade de cada unidade e, por meio disso, estimular o protagonismo dos alunos”, comentou. Carlos se refere à proposta de que cada estudante escolha 20% das disciplinas oferecidas. “Incentivaremos a cultura e a literatura. O ensino deve ser mais atraente”, completou.
Outra ação para conter os índices de evasão escolar diz respeito à substituição do atual currículo – fechado em disciplinas fragmentadas – na organização do conhecimento em quatro grandes eixos: trabalho, ciência, tecnologia e cultura. “Queremos estimular a interdisciplinaridade, aproximar o conteúdo visto em sala do cotidiano”, afirmou Artexes. O coordenador ressalta que a mudança não representa o fim das disciplinas. “As aulas vão continuar, mas haverá mais articulação entre elas”, ressaltou. Para o especialista em Educação Básica e professor da Universidade de Brasília, Remi Castioni, a proposta valoriza a formação cidadã e humana dos alunos. “O atual sistema, em vigor há mais de uma década, é inadequado. Hoje, o objetivo do ensino médio é que o aluno passe no vestibular para gerar propaganda para escola”, observou. Ele explica que a flexibilização do currículo é uma tendência mundial. “No Brasil somos reféns de um único modelo. Na França, por exemplo, são 18, o que amplia as possibilidades de formação técnica e a entrada no mercado de trabalho”, comentou.
Na tentativa de reverter a situação, o Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou, na última terça-feira, o novo currículo e projeto pedagógico para o ensino médio brasileiro. O documento, que há 12 anos vem sendo debatido no governo federal, aposta em orientações básicas para frear o declínio do ensino de jovens. São elas: aumento de horas aulas, autonomia na escolha de disciplinas, incremento nas atividades de leitura e laboratório, reforço nas atividades culturais e professores em tempo integral. A proposta busca tornar o sistema mais participativo e terá 100 escolas públicas como piloto a partir de 2010. O investimento inicial é de R$ 100 milhões.
Hoje existem 24 mil escolas de ensino médio no Brasil, das quais 17 mil são públicas. Nas carteiras dessas instituições encontram-se aproximadamente 10 milhões de estudantes, o equivalente à população do Rio Grande do Sul. Caso a proposta do MEC saia da teoria para a prática, a vida desses alunos vai mudar significativamente. Segundo especialistas, para melhor.
O coordenador do ensino médio da Secretaria de Educação Básica do MEC, Carlos Artexes, explica que as principais mudanças giram em torno de uma maior autonomia das escolas para a formulação do projeto pedagógico. “Queremos valorizar a singularidade de cada unidade e, por meio disso, estimular o protagonismo dos alunos”, comentou. Carlos se refere à proposta de que cada estudante escolha 20% das disciplinas oferecidas. “Incentivaremos a cultura e a literatura. O ensino deve ser mais atraente”, completou.
Outra ação para conter os índices de evasão escolar diz respeito à substituição do atual currículo – fechado em disciplinas fragmentadas – na organização do conhecimento em quatro grandes eixos: trabalho, ciência, tecnologia e cultura. “Queremos estimular a interdisciplinaridade, aproximar o conteúdo visto em sala do cotidiano”, afirmou Artexes. O coordenador ressalta que a mudança não representa o fim das disciplinas. “As aulas vão continuar, mas haverá mais articulação entre elas”, ressaltou. Para o especialista em Educação Básica e professor da Universidade de Brasília, Remi Castioni, a proposta valoriza a formação cidadã e humana dos alunos. “O atual sistema, em vigor há mais de uma década, é inadequado. Hoje, o objetivo do ensino médio é que o aluno passe no vestibular para gerar propaganda para escola”, observou. Ele explica que a flexibilização do currículo é uma tendência mundial. “No Brasil somos reféns de um único modelo. Na França, por exemplo, são 18, o que amplia as possibilidades de formação técnica e a entrada no mercado de trabalho”, comentou.
NA PRÁTICA - O coordenador de ensino médio do MEC, Carlos Artexes, explica que o novo currículo será implantado aos poucos. A responsabilidade por levar a proposta às escolas será das secretarias de educação estaduais. “Faremos contato com as unidades para divulgar a proposta. Conforme a aceitação, podemos rever o orçamento para incentivar a mudança”, comentou. Ele explica que algumas escolas já seguem as orientações, previstas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 1996 e na Resolução CEB nº 3, de 1998.
Segundo a Secretaria de Educação do Distrito Federal, boa parte das escolas que estão próximas ao novo modelo ficam na capital do país. “Desde 2000 ampliamos a carga horária para 3 mil horas/aula e implantamos a sociologia e a filosofia no currículo. Investimos na formação cidadã, mas sem perder a capacitação profissional”, observou a gerente de ensino médio, Julia Gama. O Centro de Ensino Setor Oeste, primeiro lugar entre as escolas públicas do DF no último Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), é uma delas.
Aluno do 2º ano, Pablo Oliveira aprova a mudança. “Creio que é um bom caminho. Começamos a ter mais aulas práticas e já percebemos a interdisciplinaridade, mas ainda falta muito”, observou ele, que não perdeu a oportunidade de reclamar os laboratórios desativados por falta de professores. Para o diretor do Setor Oeste, Julio Gregório, a proposta só vai funcionar se as escolas tiverem autonomia. “Não se deve forçar a mesma grade para todos. Cada escola conhece a realidade que tem e como aproveita-la melhor”, concluiu.
terça-feira, 16 de junho de 2009
UNIVERSIDADES QUE ATÉ AGORA ADOTARAM O NOVO ENEM COMO FORMA DE SELEÇÃO
Norte1. Universidade Federal do Amazonas (Ufam): A nota do Enem será usada como fase única para preencher 50% das vagas.2. Universidade Federal do Acre (Ufac): Utiliza o Enem a partir de 2009 para preencher as vagas remanescentes.3. Universidade Federal do Tocantins (UFT): Utilizará o exame como fase única para preencher 25% das vagas.
Nordeste4. Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf): Adota o Enem como fase única e para vagas remanescentes.5. Universidade Federal da Bahia (UFBA): Adota como fase única para os cursos da modalidade Bacharelado Interdisciplinar e o curso superior de tecnologia.6. Universidade Federal de Sergipe (UFS): Vai utilizar o novo Enem para preenchimento de vagas remanescentes.7. Universidade Federal do Maranhão (UFMA): Adota o Enem como fase única e para vagas remanescentes.8. Universidade Federal do Piauí (UFPI): Adota como fase única para 50% das vagas e para preencher vagas remanescentes.9. Universidade Federal de Pernambuco (UFPE): Adota o Enem como primeira fase.10. Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE): Adota o Enem em fase única e para preenchimento de vagas remanescentes.11. Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa): Adota o Enem em fase única e para o preenchimento de vagas remanescentes a partir de 2009.12. Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB): O novo Enem será utilizado como fase única para 70% das vagas ofertadas e na composição da nota do aluno para os 30% de vagas restantes. As vagas remanescentes também serão preenchidas pelo Enem.13. Universidade Federal de Campina Grande (UFCG): Utilizará o novo Enem para preenchimento de vagas remanescentes.14. Universidade Federal de Alagoas (Ufal): Em 2009 vai usar o novo Enem para preencher vagas remanescentes. A partir de 2011, o exame vai substituir o vestibular.
Centro-Oeste15. Universidade Federal de Goiás (UFG): Já utiliza 20% da nota do Enem na primeira fase do vestibular.16. Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT): Já utiliza 20% da nota do Enem combinada ao resultado do vestibular tradicional.17. Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS): Adota o Enem como primeira fase e para o preenchimento de vagas remanescentes.18. Universidade Federal de Grande Dourados (UFGD): Adota o Enem apenas para o preenchimento de vagas remanescentes. A parti de 2011, o exame será utilizado como fase única para preencher um percentual específico das vagas, ainda a ser definido.
Sudeste19. Universidade Federal do ABC (UFABC): Adota o Enem como fase única e para o preenchimento de vagas remanescentes.20. Universidade Federal de São Paulo (Unifesp): Todos os cursos adotam o Enem pelo menos como primeira fase e para o preenchimento de vagas remanescentes.21. Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM): O Enem será utilizado como fase única para preencher 50% das vagas do processo seletivo, além das vagas remanescentes.22. Universidade Federal de Viçosa (UFV): O Enem vai compor 50% da nota do vestibular e será adotado como critério para preencher as vagas remanescentes.23. Universidade Federal Fluminense (UFF): O Enem será utilizado para compor 50% da nota da primeira fase. A nota do exame também servirá como bônus de 10% a 15% para a nota da segunda fase de alunos das redes públicas.24. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ): Adota como fase única e para o preenchimento das vagas remanescentes.25. Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes): Aprovou o uso do Enem como primeira fase.26. Universidade Federal de Alfenas (Unifal): Adota o Enem como fase única e para preencher vagas remanescentes.27. Universidade Federal de Itajubá (Unifei): Adota o Enem como primeira fase.28. Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF): O aluno poderá optar entre usar a nota do Enem na primeira fase ou fazer o vestibular tradicional.29. Universidade Federal de Lavras (UFLA): O Enem será utilizado como fase única.30. Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop): Já em 2009 vai adotar o Enem como primeira fase do vestibular.31. Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ): De 10% a 25 % das vagas serão preenchidas pelo Enem, como fase única. O exame também será utlizado para preenchimento de vagas remanescentes.32. Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio): Adota o Enem como fase única e para preencher vagas remanescentes.33. Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ): Adota o Enem como primeira fase.34. Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM): Já utiliza o Enem para compor 20% da nota da primeira fase do vestibular.
Sul35. Universidade Federal do Rio Grande (Furg): O Enem vai compor 50% da nota do vestibular. Também será utilizado para preenchimento de vagas remanescentes36. Universidade Federal de Pelotas (UFPel): Adota o Enem em fase única e para as vagas remanescentes.37. Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC): O Enem vai compor 20% da nota do candidato. O aluno poderá optar por utilizar ou não a nota do exame no processo seletivo.38. Universidade Federal do Paraná (UFPR): A nota do processo seletivo será composta pela combinação do resultado do Enem (10%) e do vestibular tradicional (90%).39. Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR): Adota o Enem em fase única.40. Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA): Adota o Enem como fase única e para o preenchimento de vagas remanescentes.Universidades Novas* (que aguardam aprovação pelo Congresso para entrar em funcionamento):* Todas adotam como fase única- Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila)- Universidade Federal da Integração Amazônica (Uniam)- Universidade Luso Afro-Brasileira (Unilab)- Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS)
Nordeste4. Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf): Adota o Enem como fase única e para vagas remanescentes.5. Universidade Federal da Bahia (UFBA): Adota como fase única para os cursos da modalidade Bacharelado Interdisciplinar e o curso superior de tecnologia.6. Universidade Federal de Sergipe (UFS): Vai utilizar o novo Enem para preenchimento de vagas remanescentes.7. Universidade Federal do Maranhão (UFMA): Adota o Enem como fase única e para vagas remanescentes.8. Universidade Federal do Piauí (UFPI): Adota como fase única para 50% das vagas e para preencher vagas remanescentes.9. Universidade Federal de Pernambuco (UFPE): Adota o Enem como primeira fase.10. Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE): Adota o Enem em fase única e para preenchimento de vagas remanescentes.11. Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa): Adota o Enem em fase única e para o preenchimento de vagas remanescentes a partir de 2009.12. Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB): O novo Enem será utilizado como fase única para 70% das vagas ofertadas e na composição da nota do aluno para os 30% de vagas restantes. As vagas remanescentes também serão preenchidas pelo Enem.13. Universidade Federal de Campina Grande (UFCG): Utilizará o novo Enem para preenchimento de vagas remanescentes.14. Universidade Federal de Alagoas (Ufal): Em 2009 vai usar o novo Enem para preencher vagas remanescentes. A partir de 2011, o exame vai substituir o vestibular.
Centro-Oeste15. Universidade Federal de Goiás (UFG): Já utiliza 20% da nota do Enem na primeira fase do vestibular.16. Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT): Já utiliza 20% da nota do Enem combinada ao resultado do vestibular tradicional.17. Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS): Adota o Enem como primeira fase e para o preenchimento de vagas remanescentes.18. Universidade Federal de Grande Dourados (UFGD): Adota o Enem apenas para o preenchimento de vagas remanescentes. A parti de 2011, o exame será utilizado como fase única para preencher um percentual específico das vagas, ainda a ser definido.
Sudeste19. Universidade Federal do ABC (UFABC): Adota o Enem como fase única e para o preenchimento de vagas remanescentes.20. Universidade Federal de São Paulo (Unifesp): Todos os cursos adotam o Enem pelo menos como primeira fase e para o preenchimento de vagas remanescentes.21. Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM): O Enem será utilizado como fase única para preencher 50% das vagas do processo seletivo, além das vagas remanescentes.22. Universidade Federal de Viçosa (UFV): O Enem vai compor 50% da nota do vestibular e será adotado como critério para preencher as vagas remanescentes.23. Universidade Federal Fluminense (UFF): O Enem será utilizado para compor 50% da nota da primeira fase. A nota do exame também servirá como bônus de 10% a 15% para a nota da segunda fase de alunos das redes públicas.24. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ): Adota como fase única e para o preenchimento das vagas remanescentes.25. Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes): Aprovou o uso do Enem como primeira fase.26. Universidade Federal de Alfenas (Unifal): Adota o Enem como fase única e para preencher vagas remanescentes.27. Universidade Federal de Itajubá (Unifei): Adota o Enem como primeira fase.28. Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF): O aluno poderá optar entre usar a nota do Enem na primeira fase ou fazer o vestibular tradicional.29. Universidade Federal de Lavras (UFLA): O Enem será utilizado como fase única.30. Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop): Já em 2009 vai adotar o Enem como primeira fase do vestibular.31. Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ): De 10% a 25 % das vagas serão preenchidas pelo Enem, como fase única. O exame também será utlizado para preenchimento de vagas remanescentes.32. Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio): Adota o Enem como fase única e para preencher vagas remanescentes.33. Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ): Adota o Enem como primeira fase.34. Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM): Já utiliza o Enem para compor 20% da nota da primeira fase do vestibular.
Sul35. Universidade Federal do Rio Grande (Furg): O Enem vai compor 50% da nota do vestibular. Também será utilizado para preenchimento de vagas remanescentes36. Universidade Federal de Pelotas (UFPel): Adota o Enem em fase única e para as vagas remanescentes.37. Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC): O Enem vai compor 20% da nota do candidato. O aluno poderá optar por utilizar ou não a nota do exame no processo seletivo.38. Universidade Federal do Paraná (UFPR): A nota do processo seletivo será composta pela combinação do resultado do Enem (10%) e do vestibular tradicional (90%).39. Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR): Adota o Enem em fase única.40. Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA): Adota o Enem como fase única e para o preenchimento de vagas remanescentes.Universidades Novas* (que aguardam aprovação pelo Congresso para entrar em funcionamento):* Todas adotam como fase única- Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila)- Universidade Federal da Integração Amazônica (Uniam)- Universidade Luso Afro-Brasileira (Unilab)- Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS)
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Locais de prova do 2º vestibular 2009 da UnB
Confira o local aonde você irá fazer a prova.
http://www.cespe.unb.br/vestibular/2VEST2009/BuscaLocalHorario/
http://www.cespe.unb.br/vestibular/2VEST2009/BuscaLocalHorario/
DEMANDA 2º VESTIBULAR 2009 UnB
Confira a demanda para o 2º vestibular 2009 da UnB.
http://stat.correioweb.com.br/arquivos/educacao/arquivos/demanda2vestibular20090.pdf
http://stat.correioweb.com.br/arquivos/educacao/arquivos/demanda2vestibular20090.pdf
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Inscrições para o Enem devem ser abertas em 15 de junho
Saiba aqui tudo sobre o novo exame e a opinião de professores e estudantes sobre a matriz de conteúdo da prova
O período de inscrição para o Enem 2009 pode ser de 15 de junho a 17 de julho, conforme divulgou o Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Os alunos do ensino médio da rede pública vão se inscrever de graça no exame. Também não pagam a taxa de inscrição estudantes carentes da rede privada e aqueles que finalizaram os estudos em anos interiores, que declarem situação de carência. Para os outros estudantes, o valor de inscrição é R$ 35. O novo exame poderá ser obrigatório para todos os alunos da rede pública a partir de 2010. O ministro da Educação, Fernando Haddad, aceitou a proposta encaminhada hoje (14/5) pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e determinou a realização de um estudo para determinar a logística da aplicação do exame. O MEC também divulgou hoje(14/5) a matriz que vai servir de guia para a elaboração do novo modelo de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O documento foi aprovado ontem pelos representantes das universidades federais e hoje foi disponibilizado para consulta. (Clique aqui para ver a matriz). O documento apresenta as 30 habilidades que serão exigidas dos estudantes divididas em quatro partes: matriz de linguagens, cógidos e suas tecnologias; matemática e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias; e ciências humanas e suas tecnologias. A matriz ainda apresenta quais são os conteúdos relacionados às matrizes e os eixos cognitivos comuns a todas as áreas de conhecimento, que são o domínio de linguagens,; a compreensão de fenômenos; a capacidade de enfrentar situações-problema; a capacidade de construir argumentação e de elaborar propostas. O MEC garantiu que em breve irá divulgar um modelo de prova para que os alunos possam se preparar com antecedência. Para o diretor-geral do Dínatos vestibulares, Clementino Neto, a matriz apresentada pelo MEC é bem semelhante ao estilo das provas da Universidade de Brasília (UnB), mas com uma novidade. “Trabalhar com habilidades já é algo que a gente conhece aqui em Brasília. O que tem de diferente para o brasiliense é que o Enem apresenta uma matriz de conteúdo, e não temática, como são as provas da UnB”, explica. Segundo o professor, a matriz de conteúdo deixa mais claro o que pode ser cobrado na prova. A semelhança do novo exame com as provas da Universidade de Brasília deve inclusive favorecer os estudantes da cidade, acreditam os professores. “Acho que os alunos daqui vão ter mais facilidade do novo Enem do que os de outros estados porque já estão acostumados com uma prova voltada para o dia a dia, são doutrinados não só para decorar a fórmula, mas para entender o processo”, avalia o professor de física César Augusto Severo. Os estudantes concordam que podem levar vantagem. “Já estamos habituados com provas que cobram mais o raciocínio lógico. Lá fora tem provas de química, física, por exemplo, que cobram apenas as fórmulas”, opina a vestibulanda Marília de Matos, 19. “A prova da UnB cobra do aluno mais leitura e compreensão”, concorda Ana Luiza Campos, 18. Mudanças no ensino médio Segundo o ministro da Educação, Fernando Haddad, serão aplicadas pelo menos duas provas do Enem por ano. Os estudantes podem fazer as duas e escolher a maior nota para concorrer às vagas nas universidades. Para o diretor do colégio Setor Oeste, Júlio Gregório, a possibilidade de participar de mais de um exame é vantajosa. “Acho que a primeira prova pode ter um grande fator de diagnótisco, para que o aluno possa saber as habilidades que já desenvolveu e se preparar melhor para a proxima prova. Os professores também podem fazer dessa prova uma oportunidade de diagnóstico”, sugere. O professor acredita que o novo Enem pode contribuir para a melhoria do ensino médio do país: “Se o Enem conseguir fazer com que, nacionalmente, o programa das escolas de ensino médio não seja obrigatoriamente o que a universidade mais influente de cada estado cobra no seu edital”, pondera. Para o professor Clementino Neto, o destaque à discussão sobre o novo Enem já gerou resultados. “Indiretamente forçou que várias universidades revejam seus vestibulares”. Segundo ele, as escolas e as secretarias de educação serão obrigadas a melhorar o desempenho no exame, por causa da metodologia da Teoria da Resposta ao Item (TRI) que será utilizada na elaboração da prova. “Independente da matéria cobrada é possível definir o nível de dificuldade da questão. Será possível manter o mesmo nível de dificuldade em várias provas diferentes e com isso fazer comparações”, avalia. (Clique aqui para saber mais sobre a metodologia TRI). Para Diogo Augusto Lima Ribeiro, 18, o ensino médio pode ganhar qualidade. “É muita matéria em todos os anos, fica muito corrido. Acho que nós teremos mais tempo para nos preparar”, avalia. A Universidade de Brasília já divulgou que vai aderir ao novo exame, mas só a partir de 2011. Porém, a instituição ainda não definiu qual será a forma de adesão. De acordo com o MEC, as instituições podem aderir o Enem como substituição ao vestibular, como nota parcial do processo seletivo, como uma das fases, ou para selecionar estudantes para vagas remanescentes.
O período de inscrição para o Enem 2009 pode ser de 15 de junho a 17 de julho, conforme divulgou o Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Os alunos do ensino médio da rede pública vão se inscrever de graça no exame. Também não pagam a taxa de inscrição estudantes carentes da rede privada e aqueles que finalizaram os estudos em anos interiores, que declarem situação de carência. Para os outros estudantes, o valor de inscrição é R$ 35. O novo exame poderá ser obrigatório para todos os alunos da rede pública a partir de 2010. O ministro da Educação, Fernando Haddad, aceitou a proposta encaminhada hoje (14/5) pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e determinou a realização de um estudo para determinar a logística da aplicação do exame. O MEC também divulgou hoje(14/5) a matriz que vai servir de guia para a elaboração do novo modelo de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O documento foi aprovado ontem pelos representantes das universidades federais e hoje foi disponibilizado para consulta. (Clique aqui para ver a matriz). O documento apresenta as 30 habilidades que serão exigidas dos estudantes divididas em quatro partes: matriz de linguagens, cógidos e suas tecnologias; matemática e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias; e ciências humanas e suas tecnologias. A matriz ainda apresenta quais são os conteúdos relacionados às matrizes e os eixos cognitivos comuns a todas as áreas de conhecimento, que são o domínio de linguagens,; a compreensão de fenômenos; a capacidade de enfrentar situações-problema; a capacidade de construir argumentação e de elaborar propostas. O MEC garantiu que em breve irá divulgar um modelo de prova para que os alunos possam se preparar com antecedência. Para o diretor-geral do Dínatos vestibulares, Clementino Neto, a matriz apresentada pelo MEC é bem semelhante ao estilo das provas da Universidade de Brasília (UnB), mas com uma novidade. “Trabalhar com habilidades já é algo que a gente conhece aqui em Brasília. O que tem de diferente para o brasiliense é que o Enem apresenta uma matriz de conteúdo, e não temática, como são as provas da UnB”, explica. Segundo o professor, a matriz de conteúdo deixa mais claro o que pode ser cobrado na prova. A semelhança do novo exame com as provas da Universidade de Brasília deve inclusive favorecer os estudantes da cidade, acreditam os professores. “Acho que os alunos daqui vão ter mais facilidade do novo Enem do que os de outros estados porque já estão acostumados com uma prova voltada para o dia a dia, são doutrinados não só para decorar a fórmula, mas para entender o processo”, avalia o professor de física César Augusto Severo. Os estudantes concordam que podem levar vantagem. “Já estamos habituados com provas que cobram mais o raciocínio lógico. Lá fora tem provas de química, física, por exemplo, que cobram apenas as fórmulas”, opina a vestibulanda Marília de Matos, 19. “A prova da UnB cobra do aluno mais leitura e compreensão”, concorda Ana Luiza Campos, 18. Mudanças no ensino médio Segundo o ministro da Educação, Fernando Haddad, serão aplicadas pelo menos duas provas do Enem por ano. Os estudantes podem fazer as duas e escolher a maior nota para concorrer às vagas nas universidades. Para o diretor do colégio Setor Oeste, Júlio Gregório, a possibilidade de participar de mais de um exame é vantajosa. “Acho que a primeira prova pode ter um grande fator de diagnótisco, para que o aluno possa saber as habilidades que já desenvolveu e se preparar melhor para a proxima prova. Os professores também podem fazer dessa prova uma oportunidade de diagnóstico”, sugere. O professor acredita que o novo Enem pode contribuir para a melhoria do ensino médio do país: “Se o Enem conseguir fazer com que, nacionalmente, o programa das escolas de ensino médio não seja obrigatoriamente o que a universidade mais influente de cada estado cobra no seu edital”, pondera. Para o professor Clementino Neto, o destaque à discussão sobre o novo Enem já gerou resultados. “Indiretamente forçou que várias universidades revejam seus vestibulares”. Segundo ele, as escolas e as secretarias de educação serão obrigadas a melhorar o desempenho no exame, por causa da metodologia da Teoria da Resposta ao Item (TRI) que será utilizada na elaboração da prova. “Independente da matéria cobrada é possível definir o nível de dificuldade da questão. Será possível manter o mesmo nível de dificuldade em várias provas diferentes e com isso fazer comparações”, avalia. (Clique aqui para saber mais sobre a metodologia TRI). Para Diogo Augusto Lima Ribeiro, 18, o ensino médio pode ganhar qualidade. “É muita matéria em todos os anos, fica muito corrido. Acho que nós teremos mais tempo para nos preparar”, avalia. A Universidade de Brasília já divulgou que vai aderir ao novo exame, mas só a partir de 2011. Porém, a instituição ainda não definiu qual será a forma de adesão. De acordo com o MEC, as instituições podem aderir o Enem como substituição ao vestibular, como nota parcial do processo seletivo, como uma das fases, ou para selecionar estudantes para vagas remanescentes.
Fonte: Eu estudante, correioweb.
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