quarta-feira, 20 de julho de 2011

DESCOBERTO MAIS UM CORPO CELESTE DO SISTEMA SOLAR

O telescópio espacial Hubble possibilitou aos astrônomos a descoberta de mais um corpo celeste no Sistema Solar. O objeto é um satélite de Plutão, o quarto a ser encontrado. Vale lembrar que Plutão não é mais considerado um planeta, mas sim um planeta anão.
O achado se deu enquanto os astrônomos buscavam anéis em Plutão. A nova lua, chamada provisoriamente de P4, é a menor a orbitar em torno do planeta anão – seu diâmetro é estimado em entre 13 km e 34 km. Charon, a maior lua, tem 1.043 km de diâmetro, enquanto em Nix e Hydra, as outras duas, o número varia entre 32 km e 113 km.
“Eu acho notável que as câmeras do Hubble nos possibilitaram ver um objeto tão pequeno tão claramente a uma distância de mais de 5 bilhões de km”, afirmou Mark Showalter, do Instituto Seti, que liderou esse programa de observação.
A Nasa tem feito pesquisas na região de Plutão para apoiar a missão New Horizons, que deve chegar ao sistema do planeta anão em 2015. O objetivo dessa empreitada é trazer novas informações sobre os objetos situados nos limites do Sistema Solar
Fonte: G1

segunda-feira, 18 de julho de 2011

DESAFIOS DE FÍSICA

Galera na próxima sexta-feira iremos começar no blog uma atividade chamada desafios de física. Podemos pensar em uma premiação posterior para os vencedores.
Aqueles que forem meus alunos eu irei anunciar a premiação em sala de aula, os que não forem irão competir para obterem conhecimento e uma forma de premiação.Ou seja, para os meus alunos além do conhecimento adquirido teremos uma premiação, para os que não são meus alunos irei divulgar na sexta como irei premiar.
O primeiro desafio será postado na sexta-feira juntamente com as dicas de como responder.
Abraço!

terça-feira, 12 de julho de 2011

Big bang não foi uma explosão, mas sim uma expansão acelerada do Universo

No princípio, era um ponto enrugado e minúsculo, mas tão denso que todo o Universo caberia nele. E, de fato, cabia. Tanta energia acumulava trilhões de trilhões de graus Celsius. Há 13,7 bilhões de anos, a versão em miniatura de uma casca de noz não aguentou seu conteúdo. Como um balão, começou a inflar. Em frações milimétricas de segundos, o mundo foi criado.

Fez-se a luz. Os fótons circulavam por todo o Cosmos em expansão. Partículas fundamentais de força e matéria — algumas já identificadas, outras apenas hipotéticas — navegavam no que os astrônomos costumam chamar de “sopa primordial”. Quando uma partícula se encontrava com sua antipartícula (igual a ela, mas com carga elétrica oposta), ambas eram aniquiladas, liberando mais energia.

O Universo, porém, não surgiu de uma explosão. Embora o termo big bang (grande explosão, em inglês) tenha se tornado popular para designar a origem de tudo, como não existia mais nada, o que ocorreu foi a expansão muito rápida do recém-surgido espaço. A gota minúscula e concentrada foi se ampliando — “fugindo de si mesma”, nas palavras do escritor britânico Bill Bryson —, até tomar uma forma plana, sem curvatura. Boa parte dos astrofísicos, a partir de fortes evidências, acredita que isso vai continuar a acontecer, infinitamente.

Já que ninguém estava lá para saber — a Terra só se formou há 4,6 bilhões de anos —, muitas pessoas se perguntam como os cientistas podem ter detalhes tão precisos da gênese do Universo. De fato, eles ficaram na mais pura ignorância até o início do século passado. Foi um padre belga, Georges Lemaitre, que começou a desconfiar, na década de 1920, que o Universo tivesse surgido a partir de um evento natural grandioso e traumático. Mas só 40 anos depois, com a detecção de ondas de rádio provenientes de 13,7 bilhões de anos atrás — os primeiros fótons —, que a noção se consolidou.

O nome big bang nasceu de uma brincadeira irônica de um crítico da teoria, que a achava muito maluca para ser verdade. Só que os fótons estavam lá, eles podiam ser ouvidos em forma de ruídos. A chamada radiação cósmica de fundo só poderia ser uma relíquia do início do mundo. A radiação emitida tinha um comprimento de onda diferente de tudo que os cientistas conheciam. Não vinham da Terra nem de outros planetas nem das estrelas. Elas vinham, na verdade, do princípio.

A descoberta ajudou a construir a teoria, que foi ganhando mais elementos e deu suporte à constatação de Edwin Hubble (mais tarde homenageado no nome do telescópio espacial), em 1929, de que as galáxias mais distantes se afastavam a velocidades cada vez mais rápidas. Se o Cosmos se expande, um dia, então, já foi algo bem minúsculo. E esse, acreditam alguns poucos cientistas, pode ser o destino do Universo. Murchar até voltar a ser só um ponto enrugado.

Fonte: correioweb

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Nasa anuncia substituto de ônibus espacial

Nasa finalmente anunciou o substituto de sua frota de ônibus espaciais, que será "aposentada" no dia 20 de julho, quando o Atlantis retorna à Terra.
O chamado MPCV (do inglês Multi-Purpose Crew Vehicle, ou Veículo Multifuncional Tripulado) é a nave do futuro da agência e a aposta para exploração além da órbita baixa da Terra.
Veja o especial do Atlantis
No entanto, seu design é uma releitura da nave Apollo, que levou os primeiros homens à Lua em 1969, remetendo ao passado.
Ao contrário dos ônibus espaciais, que chegavam no máximo até o telescópio Hubble, a 600 km da superfície terrestre, o veículo fará viagens de exploração do espaço profundo, podendo chegar até a Marte, de acordo com Dan Huot, porta-voz da Nasa.
"O design externo é muito semelhante ao do Apollo, uma vez que sua cápsula é a melhor forma de reentrar na atmosfera da Terra em alta velocidade."
O porta-voz explica que o interior aproveita os últimos 40 anos de avanços tecnológicos em aviação, computação, segurança e proteção térmica, e que os procedimentos de subida e reentrada serão dez vezes mais seguros do que nos ônibus espaciais.
Com um volume total de aproximadamente 20 metros cúbicos e área disponível para habitação de 9 metros cúbicos, o MPCV deverá ser lançado das bases atuais da agência e poderá pousar no oceano Pacífico, na costa do Estado da Califórnia.
"É muito maior do que o Apollo, com um diâmetro de cerca de 5 m -em comparação aos 3,65 m da nave que levou o homem à Lua", afirmou Huot.
O MPCV carregará até quatro astronautas em viagens com autonomia de até 21 dias.
De acordo com a Nasa, os testes com o novo veículo já começaram. "Já está em fase de teste há algum tempo e continuará com voos em órbita não tripulados até 2013", informou o porta-voz.
Um dos mais significativos ocorreu em maio, quando as funções do sistema de escape da tripulação durante o lançamento foram examinadas durante um voo real.
Mas os testes com tripulação em órbita não devem acontecer antes de 2016, segundo a agência espacial.
Após essa fase, as missões serão planejadas para 2019 ou 2020, mas ainda não há uma data definida para o MPCV entrar em operação.
A nave vai responder aos anseios do programa espacial dos Estados Unidos, que nesse intervalo de tempo vai depender de "caronas" da nave espacial russa Soyuz para levar e buscar os seus astronautas na ISS (Estação Espacial Internacional).
Mas por pouco tempo, segundo o porta-voz.
"No futuro, nosso principal transporte para a ISS e operações em órbita baixa terrestre será feito por meio de parceiros comerciais, que estão desenvolvendo seus próprios sistemas de lançamento e naves espaciais."
Fonte: folhaonline

segunda-feira, 4 de julho de 2011

FÉRIAS!!!!!!!

Estamos de férias!!!!! Galera durante o período de recesso o blog terá um menor número de postagens. Bom recesso para todos!

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Estamos quase de férias.

A foto abaixo é para mostrar que ser professor é realmente ser artista.
Brincadeirinha! Homenagem aos meus amigos Leonardo Mohamed e Luciano Huch.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

ORIENTAÇÕES SOBRE O TRABALHO PRÁTICO DE FÍSICA 3º ANO CEAG


Galera do CEAG 3º ano estiver com dificuldade na ligação do potenciômetro veja a dica:

Uma das "pernas” você deve ligar no pólo + do gerador a outra no pólo negativo e a terceira no amperímetro. Abraço!