segunda-feira, 2 de maio de 2016
domingo, 14 de junho de 2015
domingo, 15 de março de 2015
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 5 de março de 2014
COMO A LAGARTIXA FICA PRESA NA PAREDE
Uma dúvida cruel atormentou muitos cientistas: como é que uma lagartixa consegue caminhar pelas paredes, e ate mesmo no teto?
Alguns sugeriram que as suas patas possuíam microventosas. Entretanto, todas as tentativas de se provar a existência de tais ventosas falharam: as lagartixas possuem tal comportamento mesmo sob vácuo ou sobre uma superfície muito lisa e molhada.
Em 1960, o alemão Uwe Hiller sugeriu que um tipo de força atrativa, entre as moléculas da parede e as moléculas da pata da lagartixa, fosse a responsável por tal fato. Hiller sugeriu que estas forças fossem as forças intermoleculares de Van Der Waals.
Mas, tudo bem que elas mantenham moléculas unidas, mas... uma lagartixa?
Poucos deram crédito à sugestão de Hiller. Até que, em um exemplar recente da revista Nature, Autumn escreveu o artigo "Full, Adhesive force of a single gecko foot-hair" (Autumn, K. et al., Nature 405, 681-685 (2000)), trazendo evidências de que, de fato, são forças intermoleculares (interações eletromagnéticas fracas) as responsáveis pela adesão da pata da lagartixa à parede. Mais precisamente: os dedos das lagartixas terminam em milhões de pequenos filamentos, cada um com comprimento de cerca de 100 milionésimos de metro. Essas pequenas estruturas, por sua vez, estão subdividas em mil partes ainda menores, invisíveis a olho nu. Quando os répteis pressionam suas patas contra uma superfície, os filamentos se espalham e cobrem uma área relativamente grande. Como os filamentos aumentam a superfície de contato, um número maior de Forças de Van Der Waals atua entre a pata do animal e a parede, garantindo uma adesão segura.
A descoberta pode ajudar os engenheiros a desenvolverem novos tipos de adesivos.
Forças de Van der Waals são quaisquer tipos de interações intermoleculares resultantes da polarização das moléculas, notáveis apenas em compostos apolares.
TUBARÃO E CAMPO ELÉTRICO: O SEGREDO
Uma barbatana ameaçadora veio à tona, cortando o mar em nossa
direção. Um grande tubarão-azul – 3 metros de comprimento – vinha como um
torpedo atrás do cheiro de sangue. Minha esposa Melanie e eu vimos três grandes
tubarões rodearem nossa baleeira de 7 metros. De repente, um focinho
azul-prateado atravessou um buraco quadrado, no convés do barco. “Cuidado!”,
gritou Melanie. Recuamos instintivamente, mas não corríamos perigo real. O
tubarão exibiu seu “sorriso” e deslizou de volta ao mar.
Atraímos os tubarões despejando sangue no oceano, mas o que nos interessava não era sua conhecida paixão pela substância, mas seu misterioso “sexto sentido”. Pesquisas em laboratório demonstraram que os tubarões conseguem sentir campos elétricos extremamente fracos – como os produzidos pelas células animais em contato com a água do mar. Mas como eles usam esse sentido singular precisa, ainda, ser provado.
Até os anos 70, os cientistas nem mesmo suspeitavam que tubarões fossem capazes de perceber campos elétricos fracos. Hoje sabemos que essa eletrorrecepção os ajuda a encontrar alimento e pode funcionar mesmo quando as condições ambientais tornam os cinco sentidos comuns praticamente inúteis. Ela funciona em água turva, escuridão total e mesmo quando a presa se esconde sob a areia.
Meus colegas e eu agora estamos investigando a base molecular dessa habilidade, enquanto outros buscam descobrir como o órgão sensorial se forma durante o desenvolvimento, e se nossos próprios ancestrais vertebrados eram capazes de detectar campos elétricos antes de deixar o mar. Mas todo esse trabalho ainda é preliminar. Aqui descrevo como os pesquisadores descobriram a eletrorrecepção nos tubarões e sua importância para uma caçada bem-sucedida.
Atraímos os tubarões despejando sangue no oceano, mas o que nos interessava não era sua conhecida paixão pela substância, mas seu misterioso “sexto sentido”. Pesquisas em laboratório demonstraram que os tubarões conseguem sentir campos elétricos extremamente fracos – como os produzidos pelas células animais em contato com a água do mar. Mas como eles usam esse sentido singular precisa, ainda, ser provado.
Até os anos 70, os cientistas nem mesmo suspeitavam que tubarões fossem capazes de perceber campos elétricos fracos. Hoje sabemos que essa eletrorrecepção os ajuda a encontrar alimento e pode funcionar mesmo quando as condições ambientais tornam os cinco sentidos comuns praticamente inúteis. Ela funciona em água turva, escuridão total e mesmo quando a presa se esconde sob a areia.
Meus colegas e eu agora estamos investigando a base molecular dessa habilidade, enquanto outros buscam descobrir como o órgão sensorial se forma durante o desenvolvimento, e se nossos próprios ancestrais vertebrados eram capazes de detectar campos elétricos antes de deixar o mar. Mas todo esse trabalho ainda é preliminar. Aqui descrevo como os pesquisadores descobriram a eletrorrecepção nos tubarões e sua importância para uma caçada bem-sucedida.
Tubarões e espécies relacionadas sentem campos elétricos
extremamente fracos gerados por outros animais na água salgada graças a
centenas, talvez milhares de detectores especializados em seu focinho chamados
ampolas de Lorenzini
As ampolas de Lonrenzine (detectores
especializados), presentes mais especificamente no focinho do tubarão detectam
campos elétricos gerados por outros animais na água. Os campos conduzem
eletricidade em canais cheios de gel, bem isolados, que se estendem dos poros
da pele às ampolas em forma de bulbo alinhadas com uma camada única de células
sensoriais. Essas células, que respondem a cada ligeira mudança na carga
elétrica do gel no canal, ativam por sua vez os nervos próximos, que informam o
cérebro da presença do campo.
Uma célula sensorial reage quando um campo externo produz um pequeno
potencial elétrico em sua membrana, levando os canais a permitir a entrada de
íons de cálcio de carga positiva. O afluxo de carga positiva faz com que a
célula libere neurotransmissores nas sinapses, ou pontos de contato, dos nervos
para o cérebro, estimulando sua ativação. A taxa de estímulos indica a força e
a polaridade do campo externo, enquanto sua localização relativa ao tubarão é
supostamente determinada pela posição dos poros ativados em seu corpo. As
células retornam ao seu estado original após a abertura de um segundo tipo de
canal de membrana, que permite que a saída dos íons de potássio de carga
positiva.
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Figura 1- A ação
dos eletrossensores
Fonte: http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/o_sentido_eletrico_dos_tubaroes.html
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domingo, 23 de fevereiro de 2014
PROJETO ESCOLAR PARA COLÉGIO ADVENTISTA DO GAMA
ETAPAS DE UM PROJETO ESCOLAR
PROJETO ESCOLAR
Introdução
1.
Objetivo Geral. DATA DE ENTREGA 18/03/2015.
1.1 Objetivos específicos. DATA DE ENTREGA 18/03/2015.
2.
Fundamentação teórica. DATA DE ENTREGA 18/03/2015.
3.
Procedimento metodológico.
4.
Cronograma de atividades.
5.
Referências.
Quando da apresentação do projeto,
essa estrutura passa a ser o SUMÁRIO do projeto, que deve ser digitado logo
após a capa, onde devem constar os seguintes dados:
Nome do
colégio.
Curso.
Disciplina.
Título do
projeto.
Equipe de
trabalho.
Coordenação
Local e data.
domingo, 16 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
EM 2014 O BLOG VAI BOMBAR!!
Galera em 2014 irei me dedicar mais ao blog. Tenha certeza que teremos várias postagens de grande valia para seu estudo. A meta esse ano é de fazer algumas vídeo aulas.
Abraço!!
terça-feira, 7 de maio de 2013
TEXTO SOBRE ÁGUA NO PLANETA TERRA
A ÁGUA
A água é a
principal responsável pela existência da vida em nosso planeta. O
desenvolvimento da vida sempre esteve ligado à água, que é o elemento
predominante na constituição de animais e vegetais. Nos humanos ela é
responsável por quase 75% de sua massa.
Encontramos
na Terra cerca de 1,4 . 109 Km3 (1 Km3 =
1012 litros) de água (densidade = 1
Quilograma/litro) nos diferentes estados físicos. Praticamente 97% é
salgada (em oceanos e mares) e apenas 3% da água essencial à vida é doce. E,
desses 3%, aproximadamente um centésimo (0,03%) se encontra acessível no estado
líquido distribuído na superfície do planeta; o restante é gelo nos polos, água
subterrânea de difícil acesso ou vapor de água na atmosfera.
No estudo
das características da água, notamos que seu calor específico na fase líquida c
= 1 cal/g . ºC é bastante alto, fazendo sua presença, em grandes quantidades,
um fator de estabilidade da temperatura. Para esfriar a água, libera-se energia
térmica; para esquentá-la, absorve-se energia térmica. Por esse motivo, em
regiões litorâneas ou onde existe um grande lago, as amplitudes térmicas
(variações de temperatura) são pequenas. Já o calor específico da água no
estado sólido pode ser considerado como 0,5 cal/g .ºC.
Na
solidificação, a água aumenta de volume enquanto a maioria das substâncias
diminui. Isso faz a densidade do gelo ser menor que da água líquida.
A água
apresenta calor latente de fusão igual a 80 cal/g e de vaporização igual a 540
cal/g. Seu alto valor de calor latente de vaporização também é um importante
fator de regulagem do clima.
Fonte:
adaptado de conecte volume 2. Editora saraiva. P. 76
Perguntas
1 - Um
corpo A tem 75% da massa de um corpo B. Se a massa de B é 50Kg qual a massa de
A?
2 - Qual é o valor da massa de água
correspondente ao volume de 0,03 % de 1
Km3 = 1012 litros. Sendo a densidade da água
igual a Quilograma/litro.
3 - Explique por que a água aumenta de volume
quando se solidifica. Pesquisa sobre pontes de hidrogênio.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Dois astronautas russos membros da tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS) iniciaram no fim da manhã desta sexta-feira (19) uma saída ao espaço com duração prevista de seis horas, indicou o centro russo de controle de voos espaciais (Tsoup).
Pavel Vinogradov e Roman Romanenko "abriram a porta do módulo Pirs da ISS às 14h03 GMT (11h03 de Brasília)", declarou um porta-voz do centro. Os dois astronautas realizarão a montagem e a conexão do equipamento necessário para um experimento que se propõe a estudar o comportamento dos processos ondulatórios da estação, assim como substituir ou desmontar peças em outros dois módulos da ISS, segundo o centro.
Esta é a primeira saída ao espaço de Romanenko, segundo as agências russas. Já Vinogradov, de 59 anos, que realiza sua sétima saída ao espaço, se converte no astronauta mais velho a trabalhar nestas condições.
Além de Romanenko e Vinogradov, a tripulação atual da ISS inclui o russo Alexandre Missourkine, os astronautas americanos Christopher Cassidy e Thomas Marshburn e o canadense Chris Hadfield.
A Rússia é agora o único país capaz de transportar astronautas até a ISS desde o fim dos ônibus espaciais americanos, em 2011. No entanto, a Rússia sofreu há mais de um ano falhas no setor espacial, que conduziram à perda de vários satélites e de outros aparelhos, entre eles a nave de carga que deveria levar suprimentos à ISS.
A agência espacial americana transmite a operação em seu site oficial. Para ver a transmissão (em inglês), clique aqui.
Fonte: g1.
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